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O que é um scuppie?

Segunda-feira, Junho 9th, 2008

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Scuppie é a sigla para Socially Conscious Upwardly-mobile Person (pessoa socialmente consciente e antenada nas novidades tecnológicas), uma espécie de eco-geek abastado.

Trocando em miúdos, são aqueles que prezam a qualidade de vida, seguem a moda, viajam, adotam novas tecnologias e preocupam-se com dinheiro ao mesmo tempo em que se importam com o meio-ambiente e as causas sociais.

O termo foi criado pelo americano Chuck Failla, empresário do setor financeiro em Nova York. E trata de um mix de Hippies e Yuppies.O site Scuppie.com elucida um pouco mais o assunto. E traz ilustrações divertidas, como a acima, na seção graphics. Direto do Blog do GP.

Eco percepção

Segunda-feira, Junho 9th, 2008

A consultoria norte-americana CI - Conscientious Innovation lançou o seu Shift Report, sobre as percepções de sustentabilidade do consumidor de lá. Entre os resultados que valem a pena destacar:

1 - Os consumidores ainda não estão reconhecendo a responsabilidade social nas empresas. Julgam importante para as empresas ser socialmente responsável, mas têm dificuldades para citar quem o é de fato. Duas das maiores empresas, GE e Wal-Mart, que investem pesado em RP e publicidade para convencer sobre o seu lado verde, são reconhecidas apenas por 19% dos consumidores.

2 - Os consumidores estão espertos demais para serem convencidos apenas por publicidade (vide o perfil do turboconsumidor) e estão invetigando outras áreas para se certificar de que a empresa e o produto são verdes mesmo, como o design do produto (65%), a embalagem (64%), a produção ser local ou a venda ser feita por um negócio com base local (57%).

Ou seja, fica claramente demonstrado, a julgar os resultados dessa pesquisa, que é preciso provar o que se afirma ser, e que se uma empresa vai dizer alguma coisa , ela tem que sustentar a sua afirmação com evidências de peso. Direto do ODESBLOG

Especial Nizan Guanaes no Reclame do Multishow

Terça-feira, Março 18th, 2008

Como fazer uma marca interessante

Quinta-feira, Março 6th, 2008

 

Esse vídeo de Jeffrey Jackson que saiu no site InfluxInsight, é sobre a diferença entre o que uma marca faz é interessante ou é entretenimento. Propagandas competem com a cultura em geral pelo nosso interesse e atenção. Geralmente, ouvimos falar de que existem milhares de propagandas competindo umas com as outras por nossa atenção mas, na verdade, não é somente entre propaganda que existe essa competição. Elas competem com a cultura que nos cerca e com o cotidiano. Por exemplo: se você está na parada de ônibus, você não está preocupado com o que aquele outdoor está dizendo, mas quais ônibus estão passando, ou sobre as pixações, buracos no asfalto etc. Quando produtores e escritores criam uma novela, filme ou seriado, eles estão preocupados naquilo que irá emocionar, fazer rir, chorar, assustar e gritar. O mesmo deveria acontecer com as marcas.
Marcas precisam ser melhores para serem realmente interessantes. Na verdade ninguém se importa com a ave esquisita da Brasil Telecom (e ninguém me tira da cabeça que pegaram isso daquele filme da Pixar: “os pássaros”), por exemplo. Então, vamos começar a fazer as perguntas sobre o que faz algo ser interessante?

As pessoas precisam ver algo que nunca viram para se perguntarem sobre:
- Que inteligente isso, como será que eles fizeram?
- Eu quero ver novamente.
- O que será que eles vão fazer depois?
- Eu quero sair por aí usando isso.
- Eu gosto do jeito que eles falam.
- Eu gosto deles.
- Eles são iguais a mim.
- E tenho que contar isso pra alguém.
- O que mais eles vão fazer?

Ter em mente essas questões quando quisermos atingir o público-alvo de nossos clientes é algo interessante de se fazer.

Os profissionais de marketing e os consumidores

Quinta-feira, Março 6th, 2008

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Textinho retirado do blog Ideavault. Vale a pena fazer uma tradução:

“Profissionais de marketing sabem a respeito dos consumidores, consumidores sabem a respeito dos profissionais de marketing, profissionais de marketing sabem que os consumidores sabem sobre os profissionais de marketing, e consumidores sabem que profissionais de marketing sabem que os consumidores sabem sobre profissionais de marketing.” Stephen Brown, University of Ulster

Não que esteja totalmente correto, mas ajuda lembrar que não vivemos mais numa era de inocência.