Arquivo para Março, 2008

IV Congresso Brasileiro de Publicidade

Segunda-feira, Março 31st, 2008

IV Congresso Brasileiro de Publicidade

Foi anunciada oficialmente na manhã desta terça-feira, 25 de março, a agenda para o IV Congresso Brasileiro de Publicidade, que acontecerá em 14, 15 e 16 de julho, no World Trade Center, em São Paulo. Dalton Pastore, presidente da Abap - Associação Brasileira das Agências de Propaganda, entidade responsável pela idealização do evento, apresentou os principais temas que serão abordados durante os três dias de reunião, acompanhado por profissionais como Andréa Galasso (Banco de Eventos), Ângelo Franzão (McCann Erickson), Nizan Guanaes (Africa), Roberto Duailibi (DPZ) e Sérgio Amado (Ogilvy & Mather Brasil).
“O congresso está sendo organizado pela Abap, mas pertence à toda a indústria da comunicação do Brasil”, pontua Pastore, que declara ter estudado a possibilidade de mudar o nome do encontro para Congresso Brasileiro de Comunicação, porém, a idéia não foi adiante, visto que era importante frisar que se trata da quarta edição do encontro destinado aos profissionais do ramo. O IV Congresso Brasileiro de Publicidade acontece 30 anos após sua última edição. Na primeira, em 1958, foram firmadas, como enfatizou Dalton Pastore, “as bases da publicidade como a temos hoje”. Na edição seguinte, realizada em 1969, o principal assunto abordado foi a relação entre agências e anunciantes – já sendo levantada, na época, a polêmica questão da BV (bonificação por volume). No último encontro, em 1978, foram dados os primeiros passos para a concepção do Conar (Conselho Nacional de Auto-regulamentação Publicitária).
Fonte: www.portaldapropaganda.com

Marketing da Expectativa

Segunda-feira, Março 31st, 2008

A nova superprodução da Fallon London para a Sony já começa a mexer com a internet. Desta vez, a cidade de Miami será transformada em uma cidade de espuma. A idéia por trás da produção é indicar que algo tão delicado como uma bolha pode ser capturado por equipamentos ideais, capazes de reproduzir “imagem como nenhuma outra”, adaptação do conceito adotado pela marca para sua linha Bravia, “colour like no other”. As gravações foram feitas na segunda semana de março, com a utilização de uma máquina capaz de produzir dois milhões de litros de espuma a cada minuto. São cerca de 150 pessoas envolvidas na produção, dirigida por Simon Ratigan, da HLA de Londres. Com outras grandiosas produções anteriores (assista abaixo), premiadas e muito comentadas mundo afora, a Sony e a Fallon dão uma aula de como gerar expectativa com este lançamento. A pergunta que fica é se o público também fica ansioso, aguardando o comercial, assim como nós, profissionais de propaganda e marketing?
Adaptado do Update or Die

Gênios do nosso tempo

Segunda-feira, Março 31st, 2008

Uma das nossas já clássicas campanhas. O mote são pessoas geniais que contribuíram com grandes inventos e descobertas para a humanidade, como Thomas Edison, Charles Darwin, Albert Eisntein e a cabra, que descobriu o café. A assinatura é “A gente sabe o valor que um bom café tem na sua vida.” Criada em 2005 para o Espaço Café.

Gênios do nosso tempo

Gênios do nosso tempo

Gênios do nosso tempo

Que vuelvan los Lentos

Sexta-feira, Março 28th, 2008

Que vuelvan los Lentos

E lá vamos nós falar sobre o trabalho dos hermanos novamente. Na minha opinião, e de muitos, a publicidade argentina está voltando com força total aos seus dias de glória, quando caras como Ramiro Agulla e Carlos Baccetti, da grande Agulla & Baccetti, talvez a maior (não em tamanho, mas em qualidade criativa) agência argentina de todos os tempos e Fernando Vega Olmos, da não menos brilhante Vega Olmos Ponce, entre outros, ajudaram a dar um novo gás para a publicidade mundial. Eu acho essa volta muito boa porque, ao invés de torcer o nariz, arregaço as mangas para produzir um trabalho melhor a cada dia. Por que falar tudo isso? Porque Que vuelvan los Lentos é a típica junção, muito bem sucedida, aliás, de non-sense com o que podemos chamar de “publicidade argentina”. O mote é o seguinte: a campanha pede a volta das músicas lentas nas nossas vidas, porque com elas tudo fica mais simples. Até aí tudo bem, só que quando você souber que quem assina é a marca de salgadinhos Doritos, você vai achar que parece meio non-sense demais. O problema é que os caras amarraram tudo de maneira tão natural e integrada que não tem como não achar legal e entrar na onda. Tanto é que a campanha é um sucesso na Argentina, tendo se transformado em algo que chamaram de “Brand Hijacking”: a mobilização do público e de outros meios foi tão grande que consideram um “seqüestro” de idéia, um caso em que o consumidor toma o controle.
A “causa” criada pela Doritos quer mostrar que a nossa vida era mais simples quando tínhamos as festas com músicas lentas, em que os homens conseguiam conversar de maneira adequada com as mulheres. Deixando a mídia de lado, eles organizaram em Buenos Aires diversas festas em casas noturnas e noites dedicadas inteiramente às músicas lentas. Uma dessas festas, segundo noticiou o jornal La Nacion, reuniu cerca de 4 mil pessoas (foto abaixo). Os filmes da campanha mostram diversas situações muito divertidas em que as músicas lentas facilitam nossas vidas, embalados pela clássica “I Wanna Know What Love Is” do Foreigner. Tem ainda um hotsite que faz um apelo pela volta das músicas lentas, dicas do que falar quando se está dançando pertinho, além de pedir a contribuição de fotos e vídeos dos visitantes. Criaram também um blog, que mostra cada passo da iniciativa, com links para diversos grupos no Facebook, álbum de fotos no Flickr, incentivando as pessoas a pedirem as músicas lentas nas rádios locais, entre outras ações integradas.
Lendo este post e vendo os anúncios e os vídeos, você pode se perguntar: e onde está o “link com o produto?”. Eu acho que, independente da idéia ter ou não o link, se a campanha é boa o suficiente para ser passada adiante e comentada por todos, sendo que a marca Doritos está sempre associada a tudo isso, ela cumpre a sua função. Afinal de contas eu prefiro mil vezes criar uma conexão emocional da marca com o seu público, sendo útil e relevante de alguma forma para ele, do que fazer o seguro e, em muitos casos ineficaz “comercial de marca”. Não podemos nunca esquecer de que primeiro a gente garante a platéia e depois faz o discurso. Ou, como já dizia o mestre David Ogilvy, “não se pode salvar almas numa igreja vazia”. Essa é a lição. Palmas para a BBDO Argentina, por ter criado a campanha, e para a Frito-Lay, por ter aprovado.

Que vuelvan los Lentos

Pessoas reunidas em frente ao Planetário de Buenos Aires

Que vuelvan los Lentos

Camisinhas simulando capas de discos

Que vuelvan los Lentos

Festa de los Lentos em Mar del Plata

Que vuelvan los Lentos

Que vuelvan los Lentos

Anúncios impressos: “Todos somos iguais de perto.”

Assista abaixo ainda alguns dos comerciais da campanha.

Eu sou a mídia

Quarta-feira, Março 26th, 2008

Os sete princípios do Marketing do Google

Quarta-feira, Março 26th, 2008

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Os 7 princípios do Marketing do Google são:

1. Results must be trackable;

2. Promote trial;

3. Let other speak for you.

4. Data. not hype.

5. You’re smart. And you times matters.

6. We’re serious. Except when we’re not.

7. Big ideas move us.

Agora é com vocês.

O Rompimento

Quarta-feira, Março 26th, 2008

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A relação atual entre os anunciantes e os consumidores foi resumida neste vídeo em que uma mulher (no papel da consumidora) pede o divórcio para surpresa do marido (no papel do anunciante). Ao longo da conversa do casal em uma mesa de restaurante, as dificuldades que poderiam ser as de um casal comum (’Você não me ouve mais, só você fala’) servem para mostrar como o consumidor atual mudou, espera participar mais, não quer ser visto como estatística e nem se deixa seduzir por cupons e promoções. A aço dirige o usário para o site bringtheloveback.com e é assinada por Microsoft Digital Advertising Solutions. Direto do Blue Bus.

Como vender sabonete

Quarta-feira, Março 26th, 2008

Muito instrutivo para quem quer entender a razão de se usar marketing alternativo nos dias de hoje.


Boca a boca

Quarta-feira, Março 26th, 2008

O que vem primeiro? O ovo ou a galinha? O boca a boca ou a ação de marketing? É o boca a boca sobre um produto que produz um sucesso de marketing ou é uma ação de marketing que cria o boca a boca? Assista este vídeo e descubra. (É necessário um nível elevado de inglês)


10 dicas para fidelizar de verdade

Quarta-feira, Março 26th, 2008

Uma pesquisa realizada pela Peppers & Rogers, referência mundial quando o assunto é marketing de relacionamento, entrevistou quase 2 mil consumidores para entender os atributos que eles mais valorizam. O resultado dessa pesquisa gerou 10 dicas para fidelização de clientes. O estudo é voltado para o setor financeiro, mas os atributos pesquisados servem para qualquer negócio.

  1. Personalizar o programa de fidelidade
    Os participantes da pesquisa concordam que benefícios/recompensas feitos “sob medida” (65 por cento) e comunicações/ofertas (59 por cento) que atendem às suas necessidades específicas são fatores que contam na hora de escolher um programa de fidelidade.

  2. Os clientes sabem que eles podem escolher
    55 por cento concorda que ao comparar os serviços da sua instituição financeira com os de outras instituições, eles podem escolher entre várias boas empresas.

  3. A satisfação do cliente não é um grande diferencial
    33 por cento concorda que há outras instituições financeiras com as quais eles estão igualmente ou mais satisfeitos, ao compararem os serviços com os da sua instituição.

  4. Os funcionários causam impacto na aquisição de clientes
    Ter uma equipe amigável (73 por cento) e profissional (75 por cento) é um fator competitivo para conquistar clientes no setor financeiro.

  5. A cortesia não está “fora de moda”
    16 por cento diz que a cortesia da equipe de atendimento é o fator mais importante na interação com a sua instituição financeira – mais importante, até mesmo, que o tempo gasto para ser atendido (15 por cento).

  6. A ética é importante para os clientes
    43 por cento concorda que o fato de uma instituição financeira ter o mesmo tipo de valores morais do cliente pode ser decisivo na conquista de clientes.

  7. Os clientes estão migrando para a web
    23 por cento relatou ter telefonado para sua instituição financeira para fazer perguntas, nos últimos três meses, mas aproximadamente o dobro (45 por cento) tem utilizado o web site da instituição para fazer transações.

  8. Os canais eletrônicos são preferidos por muitos clientes
    O e-mail e a Internet são preferidos ao contato face-a-face na hora de obter informações (39 versus 25 por cento) e ao acessar serviços ao cliente (44 versus 31 por cento).

  9. O e-mail é bem-vindo
    51 por cento diz que aceitaria receber e-mails da sua instituição financeira, caso fossem consultados.

  10. A força do relacionamento (Relationship Strength) se mantém constante nos segmentos de clientes
    Tanto para os clientes que se classificaram como “financeiramente confortáveis”, quanto para os com “orçamento restrito” ou “endividados”, a média da força do relacionamento com a sua instituição financeira é praticamente a mesma (Relationship Strength = 5.22, 5.31 e 5.20).

Tirado do mundodomarketing